Estágio International Alsácia 2009

Posted on January 13th, 2009 in Uncategorized | No Comments »

Para os interessados em participar num dos mais prestigiados estágios de música de plectro, aqui fica a informação e contacto. Apoiem o Bandolim,
Vieira

STAGE INTERNATIONAL EN ALSACE 2009

15e Edition
Mandoline, Guitare, Clavecin,
Contrebasse & Musique de chambre
 
 
NIEDERBRONN-LES-BAINS
Villa Le Riesack
 
 
Pour fêter dignement nos 15 ans du “Stage international”, nous avons beaucoup de surprises…
des invités extraordinaires, des concerts insolites…
 
La renommée du stage n’est plus à faire, complet depuis des années, il s’adresse à tous les musiciens désireux de se perfectionner et de voir la mandoline à travers de nouveaux horizons….
 
Professeurs:
Juan Carlos Muñoz, Mari Fe Pavón, Marga Wilden-Hüsgen, Manuel Muñoz, Mirko Schrader, Francesco Civitareale, Alla Tolkacheva, Marlo Strauss & Ruth López.
 
Créateurs et initiateurs du stage/
Juan Carlos Muñoz & Mari Fe Pavón

I Estágio de Orquestra de Palheta 2008 - Madeira

Posted on August 1st, 2008 in Uncategorized | 2 Comments »

A Associação de Bandolins da Madeira vai organizar um estágio de Orquestra de Plectro. A iniciativa é deveras importante para o desenvolvimento do Bandolim e deste género de Orquestras. Dado o desenvolvimento e implementação que o bandolim tem na Região Autónoma da Madeira, bastante superior em todos os aspectos ao que se passa no resto de Portugal, faz todo o sentido que este tipos
de eventos se realizem com maior frequência.
O bandolim.blog.com gostaria de felicitar a Associação por esta enorme iniciativa.
Os interessados poderão consultar mais informações e conhecer melhor esta Associação no link que se encontra na seccção de visitar do bandolim.blog.com.
Bem hajam.

Estágio International de Dresden

Posted on October 21st, 2007 in Uncategorized | 3 Comments »

Mais um curso de bandolim e guitarra se desenhava, desta vez, num quadro montanhoso, muita neve, muito frio, numa estância de férias de Schmidberger em Dresden, Nordeste Alemão. Tudo começou com o convite feito pelo organizador Mirko Schrader, aquando do curso em Hunspach, acompanhado de alguma descrição do local que na altura despertara em nós bastante entusiasmo. Provocou então uma reacção espontânea que fez existir nas nossas mentes algumas ideias sobre aquilo que poderíamos fazer, naqueles intervalos de tempo que geralmente é utilizado para estudar…tais como atirar bolas de neve, esquiar, visitar os típicos bares com temperaturas confortáveis em contraste com o ambiente exterior e, também, obviamente, investir no estudo dos instrumentos.
Este curso, organizado pelo Mirko Schrader e Caterina Lichtenberg , decorreu do dia 22 ao dia 26 de Fevereiro de 2007, num ambiente confortável e relaxante, com aulas individuais de instrumento, de música de câmara e orquestra.

A nossa chegada foi então esperada por alguém contratado
para o efeito e, no caminho até ao centro da cidade, pudemos visitar, depois do pedido feito pelo Vieira, uma loja de instrumentos musicais, com o objectivo de aí comprar “plectos”…ora, seria de esperar que, com os preços que nos saltaram à retina ocular, que depois de encaminhados pelo sistema nervoso periférico responsável pela transmissão da informação sensorial ao cérebro, e, depois de analisada e processada essa informação provocaria uma reacção automática, qual movimento reflexo, de gastar bem mais dinheiro do que o exigido para os plectos…que a final nem havia. É que os materiais musicais são bem…bem mais baratos em terras alemãs.

Carregados e enlatados no meio das compras, lá fomos então dirigidos a um museu, onde se daria a primeira reunião, precedida de uma apresentação em PowerPoint, onde foram monologadas matérias que acreditámos terem sido importantes, pelos menos pela musicalidade dos vocábulo dos dois jovens alemães. Depois, cada um dos participantes do curso se pôde apresentar, eles todos em alemão e nós em Inglês de desenrasque. A principal surpresa viria mais logo à noite, na Igreja de Dresden, com um concerto do Duetto Giocondo, mentores do curso, que nos alvejaram o cérebro com informação áudio musical do período barroco.


A coluna de carros que no final seguiu para a estância, a alguns quilómetros da cidade, estacionou num local maravilhosamente banhado de pinheiros estreitos e altos, ao lado de três casas típicas, construídas a madeira e que seria a tão esperada estância onde viríamos a ficar os quatro dias seguintes. Quando os nossos pés tocaram o solo de terra batida e a nossa cabeça experimentou os frios ventos nocturnos, logo se congelou o efeito da desilusão que se nos apoderou por não haver quaisquer vestígios da cor branca, numa suposta estância de ski. Acreditávamos ainda que talvez, se subíssemos a colina, ou a montanha… mas Mirko relatou então que este ano, inesperadamente, a neve não tinha ainda passado por aquelas paisagens, enviando apenas o frio cortante. Mas confortou dizendo que seria possível visitar, num dos dias, uma estância de ski com neve.
As três casas eram grandes e com as excelentes condições que este país costuma habituar: tudo muito bem arranjado, equipado com aquecimento central, quartos com beliches para quatro pessoas, espaçosos e muito bem decorados, uma cozinha grande e bem ornamentada, casa de banho em perfeito bom estado e higienicamente assistido e, mais importante ainda, uma sala grande para o convívio geral, toda forrada a madeira, como manda a boa regra do design rústico. Foi nessa sala que nos reunimos para os acordos iniciais, distribuição de matérias, professores, horários, quartos e actividades para durante o curso.
Os dias que se seguiram foram organizados com aulas individuais, de câmara e no final da tarde de orquestra. À noite o convívio era feito na sala com comidas e bebidas, onde se podia confraternizar e socializar uns com os outros…nós, obviamente com mais dificuldade. Claro que o bom português pôde mais uma vez ser fiel à sua condição de desenrascado e lá estávamos nós a entreter o pessoal com músicas populares portuguesas entre as quais o fado. A popularidade da boa disposição lusitana saltou logo para a ribalta e o nosso conceito subiu, de tal maneira que, para quem gostava de se deitar cedo, passou dos limites do agradável e deixava os olhares de desagrado pelo barulho feito à noite. Houve espaço também, nessas noites de convívio, para algumas brincadeiras realizadas por um grupo de participantes que pareciam ser fiéis ao seu costume estatuto de animadores anuais deste curso.


Outras actividades surgiam a meio da tarde com passeios pela mata, com guia local que explicava tudo muito bem… em alemão. Apesar de alguns se disponibilizarem para alguma tradução em inglês, a ideia principal era também a de inspirar aquele ar puro, de um ambiente campestre incrivelmente natural e apreciar as suas belíssimas paisagens, num contexto climatérico de frio, neblina e animação. Houve também, para quem quis e, sobretudo, para quem conseguiu estar a horas (garanto que tentámos), a tão prometida visita a um local de ski com neve, para aí sim, quem conseguiu ir, se divertir nesse desporto de Inverno.

Durante o dia havia tempo para o estudo, para a reflexão e convívio. No último dia foi o da prova final, onde cada um pôde mostrar o que valia e o trabalho feito ao longo do curso. O duo que nós portugueses levámos também pôde brilhar, nem que mais não seja pela simpatia dos organizadores, que nos congratulou com previsões de boas perspectivas futuras. No final das actuações foi a vez da orquestra que pôde mostrar, por todos nós, que é possível fazer um bom trabalho em pouco tempo, quando a seriedade se junta à vontade num objectivo laboral de qualidade.


Despedidas feitas e lá estávamos a regressar ao aeroporto que nos levaria de volta ao nosso Portugal, com mais lições musicais e principalmente com uma maior noção da qualidade do ensino musical lá fora. Estes cursos aumentam também a nossa vontade em seguir um caminho musical, com a consciência do trabalho que é necessário fazer para que seja envolto na maior qualidade possível.


Dinis

Conservatório de Música de Vila Real

Posted on September 12th, 2007 in Uncategorized | No Comments »

Mais uma boa notícia para o mundo do Bandolim Português:

O Conservatório Regional de Música de Vila Real abriu o curso de bandolim. Torna-se assim o segundo conservatório oficial a leccionar o curso de bandolim depois do Conservatório de Coimbra, como já tinhamos anunciado num dos posts iniciais do Blog.

Para os interessados numa possível inscrição, aqui ficam os contactos:

Conservatório Regional de Música de Vila Real

Morada: Av. Carvalho Araújo, 71 – 5000-657 Vila Real

Contactos: Tel. 259 309210 / Fax 259 309219

e-mail. conservatorio@cm-vilareal.pt

Vieira

Stage International Hunspach 2006

Posted on June 15th, 2007 in Uncategorized | No Comments »

Em Hunspach, na França, o verão é ameno e a paisagem exuberantemente harmoniosa. Os vales perdem-se nas cores garridas da natureza e as casas definem uma construção típica da autenticidade da vila. Em Julho, ela costuma ser também o local escolhido para a realização de um estágio anual de orquestra de plectro e guitarra.

 

 

 

 

Em 2006, também eu e o Vieira quisemos fazer parte e lá estávamos sentados na mesa da reunião de abertura onde se discutiriam as regras do “jogo”. A ampla sala de reunião era também a sala de refeições, com mesas compridas de madeira e portas grandes de ambos os lados que dava para um jardim numa paisagem homogénea de campos verdes acompanhados pelo som dos animais.

As caras dos participantes anunciavam as suas nacionalidades que se distribuíam por Alemães, Franceses, Luxemburgueses, Espanhóis e nós Portugueses e anunciavam também a sua familiaridade para com este tipo de eventos, o que muito nos espantou, tendo em conta a idade precoce de muitos deles.

Os dias que se seguiram foram organizados de um modo rigoroso, com horários baseados em aulas individuais do instrumento, aulas de música de câmara e aulas de orquestra. Os intervalos e horas livres eram gozados pelos participantes, para nosso espanto, estudando ou desenvolvendo acrobacias musicais em mini campeonatos improvisados. Ao estudo juntava-se o relaxamento e a reflexão imprescindível, concluímos nós, ao aprofundamento de um instrumento, que advém da inspiração da natureza. Os passeios de visita e jogos de futebol não faltaram para relembrar a importância do exercício físico e da aquisição de outros conhecimentos, até como forma de relaxamento.

 

 

Todo o ambiente neste curso fez notar a importância de uma conciliação entre o gozo/prazer pessoal, relaxamento, convívio social, desenvolvimento da introspecção musical e aquisição de conhecimentos em três níveis: instrumento solo (guitarra, bandolim ou bandola), música de câmara e orquestra. Esta combinação revelou-se de uma eficácia extrema no desenvolvimento musical académico, que para nós que desconhecíamos, nos ficou gravado como imprescindível. Estes são hábitos que na vasta extensão europeia se praticam há muito tempo, em detrimento do que vai acontecendo cá por Portugal (dou mão à palmatória!).

 

 

As noites eram programadas com concertos, na igreja bizarramente simpática da vila, forrada a madeira e pedra decorada pelo tempo. No alto de uma colina, envolta em árvores não menos antigas, a igreja encheu-se de esplendor todas as noites com concertos, quer pelos professores do curso quer por profissionais convidados. Tivemos então o concerto do Mirko Schrader, que nos ofereceu, com o profissionalismo a que talvez não estejamos tão habituados nas nossas lusas terras, músicas do período barroco e contemporâneo. Também o quinteto formado pelos professores de bandolim, bandola, de música de câmara e guitarra, também organizadores do evento, nos alvejaram com músicas desde o barroco ao contemporâneo, acabando com uma composição surpreendente do contrabaixista, ali professor de música de câmara. O artista convidado pretendeu ser, com êxito, um grande executante do flamengo, que depois de um worhshop durante a tarde, daria à noite um concerto, a que já não presenciamos. Nesse mesmo dia, ao 5º dia, por razões de forma maior tivemos de regressar deixando um dia de aulas e os concertos por realizar.

 

 

Aqui fica, obviamente de uma forma sucinta, o relato de experiências que se podem vivenciar quando excursamos a outros lugares da Europa como forma de adquirir outras perspectivas acerca, neste caso, da educação musical. Se o interesse não for aprender muito mais acerca da execução de um instrumento ou da teoria musical, pode-se pelo menos adquirir algo que não é menos importante e que já há muito existe lá fora, isto é, a atitude e seriedade que é necessária ter quando se pretende investir na formação académica musical.

 Informações sobre o curso em:

http://www.artemandoline.com/

Dinis

A British BMG Federation

Posted on April 3rd, 2007 in Uncategorized | No Comments »

Estava então eu acabadinho de receber o meu diploma de 5º grau no conservatório de música de coimbra, quando numa das minhas incansáveis pesquisas na net, me deparo com o sitio da  British BMG Federation!

Aconselho a visitar porque tem bastante informação a respeito de bandolim e de música de plectro :

http://www.banjomandolinguitar.co.uk/

Neste sitio anunciavam um diploma em Educação e Bandolim, promovido pelo Victoria Music Collegue of London, com o apoio da Federação atrás referida! O tutor seria um dos mais importantes maestros de música de plectro da actualidade :  Keith Harris

Acabei por me inscrever e por me deslocar 6 vezes ao Reino Unido mais concretamente à Escócia, onde participei em todas as sessões do BMG Certified Mandolin Teachers Course!

Aprendi muito durante esse ano! Foi uma viagem ao mundo das diferentes técnicas para tocar bandolim e o que retirar de cada uma delas!

Aprender com Keith Harris que é das pessoas mais conceituadas do mundo do bandolim foi deslumbrante! Com ele tudo passou a fazer muito mais sentido.

E é aqui que verdadeiramente começo a conhecer pessoas que me vão abrir as portas do mundo europeu do bandolim!

Visitem o sitio da Federação do Reino Unido que vos deixei atrás, 

Vieira

Conservatório de Música de Coimbra

Posted on March 28th, 2007 in Uncategorized | 4 Comments »

O principio do início!!!

Nem eu sei muito bem como tudo começou!

Sei que estudava guitarra no Conservatório e que tinha como colega o Dinis!

Sei que tocava bandolim numa Tuna Universitária (grupos que são os principais responsáveis pela vitalidade e mesmo sobrevivência do bandolim em Portugal). E que resolvi fazer exame de bandolim como auto proposto no conservatório! Seguiu-se uma pesquisa por todos os conservatórios, à procura de um que ensinasse  um curso de um instrumento PORTUGUÊS (inspirado num intrumento italiano é certo).

E é aqui que surge a primeira informação relevante deste blog! O único sitio OFICIAL onde se pode obter um diploma de música em bandolim : o Conservatório de Música de Coimbra. Quem quiser aprender a técnica do instrumento da maneira adequada é para lá que se deve dirigir!

o link: http://www.conservatoriomcoimbra.com/

Não foi porém o que eu fiz, pelo menos no imediato! A Internet foi a minha fonte de informação e comecei a adquirir manuais, métodos  e estudos de diferentes autores e diversas escolas! Existem essencialmente duas escolas a nível europeu: a italiana e a alemã. Com uma mistura de 3 técnicas, a italiana a alemã e a minha, comecei a estudar sozinho e lá fui a Coimbra apresentar-me a exame! Obtive nesse dia o 5º ano e a certeza que iria estudar em Coimbra daí em diante com o Professor Flávio Pinho, para obter o 8º ano do Conservatório em Bandolim.

Neste momento só existe um estabelecimento de ensino oficial que ministra o curso de bandolim: Conservatório de Música de Coimbra.

Vamos ter a esperança que em breve outros irão apoiar este fantástico instrumento!!!

Vieira